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Enlink - Link Building

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Arquivo - outubro2011

Com o crescimento das redes sociais no Brasil, a internet se tornou um canal de relacionamento entre empresa e consumidor. Em função disso, a necessidade do monitoramento da marca tornou-se extremamente importante em uma campanha online.

O monitorar significa avaliar a repercussão da ação de um produto, tanto online, como offline, ajudando a prevenir crises da marca e pode, além disso, ajudar na inspiração de soluções para transformar o Feed Back em uma campanha de sucesso.

Por exemplo, um comentário negativo de um produto nas redes sociais pode causar um grande prejuízo para a marca, certo? E quando esse comentário é um apelo para a volta de um produto?

Através de monitoramento constante nas redes sociais, como Twitter, Facebook e Orkut, a marca Halls ouviu o apelo insistente de consumidores pela volta do Halls de Uva Verde ao mercado. Foi dessa maneira, monitorando a marca nas redes sociais, que surgiu a campanha “Você Merece! Halls”.

E assim, depois de eu ter “xingado muito no Twitter”, reclamando da ausência de Halls de Uva Verde nos estabelecimentos, fui convidada para participar da campanha, sendo uma das homenageadas.


 

 

 

 

 

A Campanha


Criada pela Espalhe, a campanha homenageou, além de mim, mais 2 consumidores do produto: Raphael Moraes e a estrela principal da campanha, Diego Barrabas, que criou uma comunidade no Orkut para a volta do produto. O Estúdio Factótum foi o escolhido para produzir as esculturas feitas de Halls de Uva Verde.

 

Vídeo com a confecção dos bustos:




 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os bustos de Halls de Uva Verde estão expostos até o dia 31 de outubro, em uma Estação do metrô de São Paulo, a estação Ana Rosa e, junto deles, um painel com os nomes de todos os fãs que participaram da ação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além do trabalho nas redes sociais da marca Halls, a campanha gerou um buzz gigantesco, conseguiu converter a exposição do offline para o online, tendo mais de 500 sites divulgando notícias sobre a volta do Halls, a exposição em si e me rendeu várias caixas de Halls. :)

E você, o que achou da campanha?

Natália Casado durante a Exposição em São Paulo

 

Em um mundo cada vez mais globalizado e competitivo, a equipe que tiver o maior número de armas, vencerá a guerra. Sim, o mercado atual transformou-se em verdadeiro combate. É claro que não com todo um aparato bélico, mas com ferramentas que precisam ser minuciosamente estudadas e analisadas, para saber como atacar e contra-atacar o inimigo/concorrente. No entanto, antes de montar qualquer estratégia, é preciso entender primeiramente o que é mercado.

A definição é muito simples. Segundo o dicionário Michaelis, a palavra significa  “lugar público onde se compram mercadorias postas à venda”. No caso de marketing e publicidade, mercado é tudo o que envolve o universo do cliente, desde a matéria-prima do produto até o consumidor final.

E devido à necessidade de compreensão deste mercado, surgiu na década de 80, a inteligência de mercado ou business intelligence. Esta técnica visa analisar todos os pontos fortes e fracos da concorrência, os consumidores e as tendências de mercado. Com estes dados em mãos, o empresário sempre estará a frente de seus “inimigos”, podendo executar outras estratégias de ataque, evitando riscos desnecessários.

Acompanhando o método e seus resultados positivos, muitos empreendedores ao longo destes anos foram adotando esta “tática de guerra”. De acordo com uma pesquisa realizada pela Ibramerc, em 2007, 72% das empresas nacionais já contavam com, no mínimo, um profissional dedicado a esta função e 35% delas previam um aumento significativo do quadro nos próximos cinco anos.

Reconhecendo essa tendência como um novo nicho, algumas empresas especializaram-se neste tipo de serviço, para assessorar corporações na análise de dados sobre o mercado de atuação e, assim, conseguir aproveitar melhor todos os tipos de oportunidades, além de realizar com precisão as decisões estratégicas, aumentando as chances de sucesso num mundo cada vez mais competitivo.

Existem várias fontes confiáveis para coletar informações essenciais à inteligência de mercado: mídia impressa, órgãos públicos (ANVISA, INPI, Banco Central), relatórios de importação e exportação, colaboradores, profissionais relacionados com o mercado, formadores de opinião, meios de comunicação, como a TV e o rádio, e a internet, principalmente nas redes sociais.

Falando em redes sociais, este é o mercado que mais cresce no Brasil e no mundo. Para ter uma ideia, veja o vídeo abaixo:

Atualmente, existem mais de 255 milhões de sites no mundo, sendo que deles 152 milhões são blogs. Deste total, 50% dos usuários postam conteúdo diariamente. Na área comercial, os novos formadores de opinão também ditam as regras. Dessa forma, 25% de todos os resultados de busca para as 20 maiores marcas do mundo são conteúdos postados por blogueiros, sendo que 34% dos usuários deste tipo de mídia social posta opinião sobre produtos e marcas, o que influencia na hora da escolha de milhões de leitores.

O Orkut é outra mídia bastante usada pelos internautas, tendo 27 milhões de acesso ao longo de um mês e no mundo todo. Deste percentual, 37% admitem prestar atenção nos anúncios da página – é gente para caramba!

O site de compartilhamento de vídeos mais famoso da rede, o Youtube, também tem uma excelente repercussão, principalmente pelo apelo áudiovisual que possui. Sendo a terceira página mais visitada do globo e o segundo maior sistema de buscas, esta rede recebe aproximadamente 2 milhões de novos vídeos por dia. Entre eles, além de vídeos de anônimos, os anúncios publicitários fazem muito sucesso.

O Twitter também é outra grande mídia social. Em janeiro deste ano, esta rede social atingiu mais de 2 bilhões de postagens por mês. Os 140 caracteres são utilizados, e muito, para a interação de empresas com seus clientes. Nele, como nas outras redes, a empresa e a concorrência podem medir a aceitação dos consumidores, através de comentários positivos e/ou negativos, além de tirar dúvidas, por exemplo.

Uma situação bem legal que, vale ser mencionada, aconteceu com uma integrante da própria Enlink. Usando sua página pessoal do Twitter, a gerente @nataliacasado twittou a seguinte frase: “A maior tristeza da minha vida é saber que nunca mais irei comer um Halls de uva verde, já tem uns 5 meses que isso está me deprimindo”. A empresa, atendendo aos pedidos de seu público, não só voltou a produzir o produto, como resolveu criar uma “escultura de balas” dos três melhores desabafos dos clientes.

A Nátalia, logo logo, mais especificamente na semana que vem, irá postar um texto falando sobre a campanha que foi o maior sucesso.

Mesmo com todo o sucesso destas outras mídias, a mais famosa entre elas, sem dúvidas, é o Facebook. Enquanto a TV levou 26 anos para atingir 50 milhões de telespectadores, o rádio precisou de 22, e a internet de quatro para atingir estes números, o ‘Face’ levou apenas um para ser disseminado entre 200 milhões de pessoas. Hoje, a rede conta com mais de 600 milhões de internautas. Se esta social media fosse um país, por exemplo, seria o terceiro maior do planeta.

Com cerca de 73,9% de internautas, o Brasil ocupa a 5ª colocação no ranking de países com o maior número de pessoas conectadas a rede. Além disso, os brasileiros marcam forte presença no mundo virtual, com 86% de internautas sendo usuários de pelo menos uma rede. Com isso, os negócios virtuais expandem-se cada dia mais. Em 2009, por exemplo, o varejo online brasileiro obteve um faturamento superior a 10 bilhões de reais. Em 2010, O Brasil fechou o ano com cerca de 20 milhões de e-consumidores.

Entendeu agora a importância das social media nesta guerra? Através de um clique, a empresa pode fazer uso da inteligência de mercado, analisar sua concorrência, dar voz aos seus consumidores, além de fazer propaganda e marketing nas redes, usando das estratégias corretas.

É preciso dizer mais alguma coisa?

Para criar conteúdo relevante na web o redator precisa seguir algumas técnicas para que seu texto chame atenção necessária, seja lido e entendido pelos internautas de plantão.

Geralmente, quando as pessoas pretendem se tornar um blogueiro ou divulgar conteúdo escrito pela internet, elas imaginam que seja uma tarefa simples, sem muitas complicações. Ledo engano. Os mecanismos de escrita não se limitam às abreviações usadas em redes sociais ou programas de bate papo.

Para escrever um artigo de conteúdo informativo, algumas técnicas de redação publicitária e jornalística devem ser utilizadas. Além disso, essa tarefa exige grande responsabilidade, muita pesquisa, fontes confiáveis e uso de linguagem limpa e direta.

O direcionamento do conteúdo é uma das coisas de maior importância. Por isso, é preciso analisar atentamente o que será dito e, principalmente, para quem. O público alvo deve ser estudado com cuidado e a linguagem utilizada deve criar um elo entre leitor e texto, para facilitar a compreensão, aumentar a aproximação e fazer com que o internauta volte sempre.

Além disso, o conteúdo deve ser criado a partir de fontes confiáveis. Pesquisa, portanto, nunca é demais. Apresente ideias relevantes e que, de alguma maneira, irão acrescentar conhecimento ou informação aos leitores.

E para aumentar a qualidade dos textos criados e, consequentemente, atrair cada vez mais leitores, algumas dicas podem ser muito válidas. Pensando nisso, separamos algumas das mais importantes disponíveis na rede.

 

Pirâmide invertida

Pirâmide invertida é uma técnica de redação jornalística que traz como princípio a apresentação direta do conteúdo nos dois primeiros parágrafos. Ou seja, falar logo de cara a que se veio, expondo as principais informações sobre o tema, para que o leitor saiba logo de início o que vai encontrar ao longo do texto. Diz-se que essa técnica surgiu em Nova York e se espalhou pelo mundo através das agências de notícias que a utilizavam para baratear os custos com as gráficas e impressões.

Como funciona a pirâmide invertida?

Geralmente, as redações começam com um parágrafo introdutório que apresenta previamente o assunto e, durante a elaboração dos próximos parágrafos, o assunto vai se aprofundando e as informações mais relevantes são, pouco a pouco, elaboradas e expostas.

Com o método da pirâmide invertida, ocorre justamente o contrário. As informações cruciais são expostas já nos primeiros três parágrafos e detalhes mais superficiais, ou seja, os complementos concluem o texto.

Esse método costuma ser usado por jornalistas do mundo todo para prender a atenção do leitor e dar mais dinâmica aos artigos.

 

Pirâmide invertida
via FabyUchoa.wordpress

 

Outras dicas para um bom texto

Junto à técnica da pirâmide invertida, outros recursos podem ser utilizados, para deixar o texto mais informativo, bem organizado e estruturado. A saber:

Forneça informações diretas e sucintas
Um texto bem escrito é aquele que contém informações importantes e necessárias a respeito do tema, com a objetividade em primeiro lugar. Palavras difíceis, frases repetitivas são enfeites de muito mau gosto para um texto.

Use a regra de questionamento para informar
Quando se trata de textos jornalísticos, que apresentam fatos e precisam de maior esclarecimento para o leitor, é de vital importância informar: quem fez, o que fez, quando fez, como, onde e o porquê. Dessa forma, a leitura será esclarecedora, não deixando dúvidas.

Valorize o título
O título do artigo costuma ser o que ostenta a página e faz com que o leitor se interesse pela redação. Por isso, ele deve ser direto e informar com objetividade o tema que será tratado durante o desenvolvimento do texto. Para tanto, é necessário usar palavras que definam com a maior clareza possível o conteúdo abordado.

Use espaço entre os parágrafos
Dar espaço entre os parágrafos deixa a leitura mais agradável, ajuda o leitor a não se perder e ainda melhora a estética do texto.

Use efeitos de texto, como Negrito e Itálico
São artifícios válidos para destacar informações importantes que podem ser resumidas em uma palavra ou frase, como um nome, uma fonte, um link ou uma citação, além de serem válidos para a otimização de seu texto.

Sempre cite referências e, se possível, crie links para elas
As referências são o ponto de credibilidade entre o autor e o leitor. Sejam livros, sites, palestras ou pesquisas, a fonte deve ser sempre confiável e apresentada ao leitor, mesmo que em notas de rodapé. Isso porque, sempre que informações mais complexas e concretas, como dados estatísticos, são apresentadas em um artigo, o leitor, de imediato, vai se interessar em saber de onde tais ideias foram tiradas ou tentar se aprofundar no assunto. Nestes casos, as fontes lhe serão muito úteis.

Use listas e/ou subtítulos para valorizar o conteúdo e destacar pontos importantes
Muitas vezes, o conteúdo abordado vai precisar de explicações mais completas para um melhor entendimento do texto e, para que essas explicações não fiquem confusas ou desordenadas dentro do artigo, é importante criar subtítulos, construindo mini-parágrafos explicativos.

 

Concluindo

Escrever para web não é uma tarefa simples e exige muita disposição, mas depois de ver seu conteúdo compartilhado e de ler os comentários a respeito do assunto, tenho certeza que acabará concluindo que todo esforço valeu a pena.

Então, organize suas ideias, use e abuse das técnicas disponíveis e mãos ao teclado!

SEO: Guia Google para iniciantes

Por Suellen Moraes em 5 de outubro de 2011

Quais mudanças posso fazer em meu site para que ele esteja melhor classificado nos resultados de busca orgânica? De que maneira o meu conteúdo aparecerá como relevante para meu público? Como ficar visível para visitantes em potencial?

Essas dúvidas são muito comuns para webmasters iniciantes e, por isso, vamos tecer aqui, comentários baseados no Guia do Google para iniciantes, numerando dicas simples que podem ajudar na visibilidade de seu site.

1. De olho nos títulos:

Os títulos são representados pela tag < title > e podem ser considerados a porta de entrada para um site. Por isso, vá direto ao ponto: escolha títulos únicos e objetivos para que o usuário saiba o que vai encontrar ao visitar o seu domínio, sem esquecer de intitular também suas páginas internas.

Para ter uma ideia da relevância desses itens para os mecanismos de buscas, vale conferir como está estruturada uma página de resultados de pesquisa e entender um pouco mais sobre a importância desses termos para o posicionamento do seu site.

 

Como o título aparece nos resultados do Google

O título de uma página deve ser claro quanto ao seu conteúdo. Palavras chave da pesquisa são marcadas em negrito

 

→ O que não fazer: usar o mesmo título para várias páginas; utilizar nomes genéricos como “Nova página”; redigir títulos muito longos, ou ainda, escolher um título que não tenha relação direta com seu conteúdo (mesmo que seja para fazer um simples trocadilho), isso porque o visitante pode confundir-se e até ficar zangado ao esperar um tipo de conteúdo e se deparar com outro totalmente diferente, o que fará com que seu site perca credibilidade.

2. Redigindo a descrição:

A descrição é representada pela tag < meta name=“description” > e deve funcionar como um resumo sobre o tema central de uma página. Ela deve conter informações relevantes que complementem o título e chamem a atenção do usuário. Além disso, o tamanho de sua descrição merece atenção. As informações devem ser descritas em, no máximo, 150 caracteres – número que evita cortes ou substituição de palavras por reticências nos mecanismos de busca.

O Google para Webmasters oferece ainda a seção da análise de conteúdo, onde é possível saber se sua descrição está muito longa, curta ou repetitiva.

As descrições das páginas de resultados do Google (também chamadas de snippets) podem tanto ser redigidas pelo webmaster, quanto serem apresentadas através de um trecho do texto contido naquela página que possa ser relevante na pesquisa.

→ O que não fazer: utilizar descrições genéricas; preencher a descrição apenas com palavras-chave; colar todo o conteúdo da página na descrição; utilizar a mesma descrição para várias páginas.

3. URL amigável:

Utilizar uma URL cheia de números, letras e símbolos pode confundir o internauta. Escolher URLs com palavras reconhecíveis, além de ajudar a organizar melhor o seu site, também favorece a sua visitação, pois os internautas se sentem mais confiantes com URLs que conseguem entender.

A opção ainda beneficia a criação de links e o rastreamento da página pelos mecanismos de pesquisa. Afinal, a URL também é exibida nos resultados de uma busca, assim como o título e o snippet.

Na Central de Ajuda para Webmasters, você confere como como criar URLs amigáveis para o Google. Lembrando que as palavras contidas na URL devem ser condizentes com o conteúdo da página indicada por ela.

→ O que não fazer: usar URLs muito longas, com muitos números e símbolos; exceder-se na utilização de palavras-chave; escolher nomes genéricos para as URLs; utilizar URL em caixa alta.

4. Linkando os âncoras:

O âncora é o texto clicável responsável por redirecionar o internauta ao endereço de um link. Os links podem ser internos (para páginas do próprio site) ou externos (para conteúdos fora do site).

Quando for linkar algum âncora, não se prenda a termos como “clique aqui” ou “neste site”. Dê preferência para textos mais precisos sobre o conteúdo da página em questão. Isso, além de tornar a navegação mais fácil, agrega informações a respeito do link selecionado.

→ O que não fazer: sempre utilizar a URL da página como âncora; utilizar textos fora do assunto da página; utilizar âncoras muito longos; criar links desnecessários.

5. Otimizando as imagens:

As imagens podem ter títulos únicos ou um atributo “alt” (alternativo). Este último é uma breve descrição da imagem que será mostrada caso a figura não apareça devido alguma falha. Além disso, o atributo “alt” permite que as ferramentas de pesquisa compreendam melhor as imagens.

 

Texto alternativo da imagem

Caso a imagem não seja carregada por algum motivo, mas estiver usando o atributo "alt", ela deve aparecer como na imagem acima

 

→ O que não fazer: salvar as imagens com nomes genéricos como “imagem01.jpg”; utilizar títulos muito longos ou cheios de palavras-chave.

Analise os resultados

Além de fazer essas pequenas transformações on page, não se esqueça de usar as ferramentas para webmasters para acompanhar e analisar os resultados do seu trabalho, como o Google Analytics e o Google Website Optimizer.

Conteúdo de Qualidade

Por fim, um conteúdo de qualidade aliado a serviços e informações úteis e originais são reconhecidos pelo usuário, gerando buzz por si só.

Vale lembrar que, embora isso não garanta o seu posicionamento nos rankings de pesquisa, um bom conteúdo é o primeiro passo para ter sucesso na otimização de sites. E seguindo essas dicas, você tem tudo para melhorar ainda mais a visibilidade do seu domínio na internet.

As imagens foram extraídas do Guia Google para Iniciantes.

© Agência Enlink

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