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Enlink - Link Building

Blog

Arquivo - dezembro2011

Long tail ou ‘cauda longa’ é um termo introduzido por Chris Anderson para designar nichos de mercado. O nome remete ao formato do gráfico gerado: os produtos mais populares alcançam o topo, porém não ocupam um espaço amplo no mercado, enquanto os nichos são pequenos e infinitos.

Quando se fala em link building, long tail é relativo às palavras-chave mais específicas e menos competitivas. Por exemplo, para otimizar a página do nosso blog usando uma long tail, o ideal seria escolher uma palavra-chave que melhor traduza a postagem como ‘long tail link building’, ao invés de utilizar apenas ‘link building’, pois o último termo abrange todos os temas relacionados a link building enquanto o primeiro restringe a assuntos relacionados à long tail no trabalho de link building.

gráfico long tail

Via Midiatismo

Por que usar as long tails?

O mesmo vale para qualquer tema, pois essa abordagem leva algumas vantagens em relação às palavras-chave genéricas, entre elas:

1. Taxa de conversão maior: a probabilidade do usuário, que chega até a página trabalhada através da long tail, realizar compra ou contratar serviços é muito maior em relação ao usuário que visita o site a partir de uma busca genérica, pois o primeiro geralmente sabe melhor o que está procurando;

2. Investimento menor: para os sites que trabalham com links patrocinados, o investimento é muito menor, pois o custo de cada palavra-chave está relacionado à demanda;

3. Buscas tendem a aumentar: as buscas são ampliadas não só em quantidade, mas também em qualidade, pois a taxa de rejeição diminui com palavras-chave mais específicas;

4. Resultados mais rápidos: como a competitividade é menor, é mais fácil alcançar os objetivos previstos;

Portanto, palavras da long tail apesar de atrair menor volume de usuários, registram maior número de conversão de acordo com o tempo de permanência na página ou aquisição de produto. Enquanto as palavras genéricas atraem um número maior de usuários, porém, sem registrar grandes taxas de conversão.

Entretanto, para trabalhar com uma long tail, não basta escolher os termos mais específicos que tenham a ver com sua página. É preciso, antes, analisar alguns aspectos da página trabalhada, termos possíveis, volume de busca e competitividade de cada um.

O primeiro passo para trabalhar com a long tail é definir o objetivo de cada página. Nesse sentido, tente pensar que tipo de palavras você digitaria para encontrar seu próprio site; e procure saber como o seu cliente se comporta ao buscar por um produto ou informação.

Ferramentas Importantes

Mas e depois de definir os objetivos? Como escolher as palavras-chave da long tail? Veja algumas ferramentas gratuitas do Google para fazer isso:

Adwords: sugere sinônimos para qualquer palavra, com nível de concorrência, média de pesquisas globais e locais mensais.

Analytics: analisa vários aspectos do seu site, incluindo as palavras-chave mais utilizadas pelos usuários para chegar à sua página, sendo esta uma técnica muito útil para encontrar as long tails. Além disso, o Analytics também fornece filtros para eliminar as long tails de baixa qualidade. Assim, você pode utilizar alguns critérios, como índices de rejeição e conversão, e tempo de permanência na página, por exemplo.

Insights: o ponto forte do Google Insights é localizar as palavras-chave mais usadas do momento. É uma boa opção para encontrar palavras que irão se tornar mais competitivas.

Conteúdo, sempre conteúdo

Depois disso, você deve pensar no texto para trabalhar a long tail. Lembrando as regras básicas: texto bem escrito, conteúdo único e fácil de entender. Além disso, busque mencionar as palavras-chave principais e seus sinônimos.

A ferramenta Open site Explorer, criada pelo SEOmoz, é uma grande aliada na hora de fazer análises de links para o seu site. E como o próprio SEOmoz afirma, para o seu site alcançar bons resultados nos buscadores, é necessário possuir links com anchor text otimizados, ter volume de links externos com variedade de domínios relevantes e em vários tipos de sites. Por isso, é tão importante conhecer algumas informações que o Open Site Explorer fornece.

Essa ferramenta detalha quais páginas recebem mais links, mostra qual é o anchor text utilizado, quais links são no follow/follow, Page Authority (quanto mais alto o valor, maior a autoridade do site, o que pode representar melhores posicionamentos nos sistemas de busca), Domain Authority (nível de autoridade do seu domínio), Linking root domains (quantidade de sites que possuem um link permanente que aponta para o seu site), Ranking de mozRank (valor atualizado mensalmente que compete com o pagerank do Google) e mozTrust (define a credibilidade de um site, quanto mais alto melhor) entre outras estatísticas.

Vamos ver quais são os diferenciais que essa ferramenta oferece:

1. Inbound Links

Essa aba mostra todos os links que apontam pra sua página ou domínio.

Nela, é possível filtrar ainda mais e escolher links followed + 301, nofollowed, só links internos ou externos, links da página específica, do subdomínio ou root domain. E ainda dá pra escolher quais links você quer que apareça em uma lista de links agrupados pelo domínio ou separados.

Com as métricas expostas ali em cima, é possível responder algumas perguntas como: Qual é a página mais forte no meu site? E com as listas de links, é possível verificar o que pode ser modificado.

 

2. Top Pages

Aqui aparecem as melhores páginas do subdomínio de acordo com o Page Authority.

Essa aba contém dados diferenciados como: Tweets, Google+, compartilhamentos no Facebook e curtir (social metrics). O que é uma boa para ver quantas vezes o assunto foi compartilhado e se ele ainda está sendo comentado nas mídias sociais.

 

3. Linking domains

Com os dados apresentados nessa seção, é possível analisar a variedade de domínios que apontam pra o seu site.

Um diferencial são os gráficos com os root domains que possuem um link seu. Com eles, dá pra ter uma noção de qual é o domínio que tem mais força e o que pode ser feito para melhorar isso.

A seção ainda dá a opção de filtrar: mostrar domínios com links para a página específica, páginas do subdomínio, ou do root domain.

Dica: Clicando no +, você pode conferir as top pages daquele domínio de acordo com a P.A.

 

4. Anchor Text

Mostra quais são os termos e frases mais usados como anchor text.

O diferencial são as opções de filtrar os anchor texts por frase ou termos, o que possibilita verificar se os textos âncoras têm um determinado termo ou não.

Também permite listar todos os termos da página específicas, de todas as páginas do subdomínio ou do root domain.

Sabendo quais são os textos âncoras mais utilizados, dá pra perceber por que o ranking de alguns termos específicos estão dando certo, e conhecer um pouco também da estratégia do concorrente.

 

5. Compare link metrics

É uma compilação com todas as métricas do SEOmoz: mozRank, mozTrust, Domain mozRank e Domain mozTrut. Mostra as métricas da página específica, do subdomínio e root domain. Também exibe gráficos e métricas das redes sociais.

Essa é uma aba muito relevante, já que com ela é possível analisar os concorrentes, ver o andamento e a evolução da ação de SEO. Permite observar, ainda, quais são os pontos que estão afetando o seu site.

O interessante é que a seção permite adicionar até 5 urls diferentes para fazer a comparação lado a lado.

 

6. Advanced Reports

Cria relatórios CSV usando filtros avançados com as keywords que são mais importantes. Assim, é possível listar cerca de 100,000 links. O relatório é enviado por e-mail em torno de 3 a 4 horas após o pedido.

O relatório requerido pode ser com os inbound links, páginas do subdomínio ou root domains.

Obs: algumas opções listadas acima são apenas para membros SEOmoz PRO.

A ferramenta Open Site Explorer possibilita o conhecimento de muitas informações. É proveitoso para visualizar o que os concorrentes estão fazendo e procurar maneiras de melhorar o seu site, analisando os pontos positivos e negativos e enxergando novas oportunidades.

A partir dos links exibidos para concorrentes, é possível obter contato com outros sites e construir relações, o que é algo muito importante para o desenvolvimento da sua ação, gerando visibilidade nos mecanismos de busca.

 

Como prometido no post sobre como a rede Ajude um Repórter Funciona, aqui está a entrevista realizado com Gustavo Carneiro o idealizador do projeto.

Como surgiu a ideia de criar o “Ajude um Repórter”?

Gustavo – O Ajude um Repórter surgiu ao observar algumas iniciativas de comunicação de outros relações públicas, isso foi logo antes de eu retornar ao Brasil após quase dois anos fora. Minha intenção era me atualizar sobre o que estava acontecendo no mercado de comunicação e acabei encontrando no crowdsourcing uma ótima oportunidade.

A ideia de unir o repórter à fonte é bem simples, mas muito poderosa. O que eu faço no Ajude um Repórter torna a busca do jornalistas mais aberta e acessível, de forma que qualquer pessoa possa contribuir em material jornalístico em todo o país ou até fora dele.

Tudo começou efetivamente em março de 2010, pelo Twitter. Passei a agregar pedidos de repórteres em um só canal, de forma consistente, e o crescimento depois disso foi sempre orgânico.

Atualmente quantos são os jornalistas e fontes registradas no site?

Gustavo – Já são mais de 5.000 usuários cadastrados nesses quatro meses que o site entrou no ar e a proporção entre fontes e jornalistas ainda está bastante equilibrada. Com o tempo, acredito que a base de fonte ultrapasse em até três vezes a base de repórteres.

No Twitter passamos os 17.000 seguidores, mas ainda existe muito o que crescer.

Quais os próximos passos?

Gustavo – Os próximos passos envolvem o aprimoramento da usabilidade e monetização. Já colhemos muitos feedbacks sobre o que está certo e o que pode melhorar. Também vamos incluir alguns serviços adicionais que possam gerar receita e contribuir para a sustentabilidade da plataforma.

Como uma empresa pode se beneficiar do Ajude um Repórter?

Gustavo – Nem todo mundo entende de primeira a vantagem que uma empresa pode ter ao colocar seu nome de forma positiva em uma matéria, por isso nossos maiores usuários ainda são os comunicadores. Quando a sua empresa é colocada como fonte qualificada em uma matéria, isso pode contribuir enormemente para sua reputação, chamar a atenção de outras pessoas e até atrair clientes, entre outras oportunidades que se desenrolam desse relacionamento.

As grandes empresas contratam assessorias para ajuda-las nesse posicionamento em grandes jornais, revistas, TVs etc. No Ajude um Repórter, qualquer empresa, especialmente as micro e pequenas, que não possuem essa estrutura de comunicação, pode se posicionar em matérias de alcance nacional simplesmente respondendo a solicitações publicadas no site.

Imagine trazer atenção e mais clientes para a sua empresa apenas por compartilhar aquilo que você sabe e faz de melhor. Uma oportunidade assim pode mudar o futuro dos seus negócios e não tem custo nenhum.

PHP Conference 2011

Principal Evento de PHP da América Latina

A PHP Conference é o principal evento específico para a área de desenvolvimento web da América latina. Este ano, na sua 6ª edição, a conferência contou com a participação dos principais nomes da área de desenvolvimento do Brasil e de outros países latino-americanos.  A programação, que foi do dia 1 ao dia 4 de dezembro de 2011, teve 1 dia inteiro de mini-cursos, 2 dias de palestras (ao todo foram 45 falas) e o último dia para networking.

 

As palestras de maior relevância para Enlink e seu representante, foram:

Otimizando aplicações com Zend Framework – por Elton Minetto

O palestrante possui uma vasta experiência na área e já teve um livro publicado sobre o framework Zend, que é o principal e mais robusto framework de php (desenvolvido pela mantenedora da linguagem, a Zend Company). Durante sua fala, Minetto apresentou algumas dicas e sugestões de boas práticas, que ajudam a manter os códigos mais otimizados.

A otimização de código é muito importante para o desenvolvimento, já que é extremamente importante evitar códigos que tenham um tempo de resposta/envio muito grande, o que prejudica o seu desempenho e até mesmo a estabilidade dos dados.

Com a utilização do Zend, qualquer código é otimizado facilmente, desde que o framework seja utilizado de forma correta. E foi justamente esse o objetivo da palestra: apresentar técnicas e funções que podem auxiliar os programadores na otimização de códigos a partir do framework.


RESTFUL: WebService com FRAPI – por Alex Piaz

O palestrante apresentou o modo de instalação e utilização de um framework para a geração de APIs / Webservices, o FRAPI. De acordo com a sua fala, esse framework já deixa a API de modo RESTFUL, que ​​é um estilo de arquitetura de software para a internet (seria como dizer, fazer da “forma correta”).

Durante a sua fala, Piaz  falou sobre a importância da utilização de APIs e comentou a facilidade que é criá-los com o FRAPI. Para ilustrar sua fala, o palestrante fez uma demonstração clara da utilização de APIs e com alguns exemplos foi possível verificar na prática o seu funcionamento.

 

Visualização de gráficos com php e Java Script – por João Ricardo Rampinelli

A palestra de maior interesse para os objetivos da Enlink. Rampinelli fez uma excelente exposição de idéias e comentou os objetivos das “ferramentas”. Para tanto, ele reforçou algumas idéias, como: “Por que os gráficos são importantes? Por que devemos nos preocupar com isso?”

Como resposta, ele argumentou que dificilmente será encontrada uma melhor forma de apresentar informações já tabuladas, para se fazer uma melhor análise dos resultados.

Em seguida, ele apresentou as possibilidades de desenvolvimento de vários tipos de gráficos diferentes, com a utilização de APIs Java Script, de PHP, Json e um banco de dados (ex. MySQL). Rampinelli apresentou as melhores maneiras de se realizar esse tipo de serviço, sendo um dois pontos principais, a substituição do, praticamente ultrapassado, Adobe Flash esse tipo de atividade.

 

Automatic – Gerador para aplicações Zend Framework 2 e Doctrine 2 – por Marcelio Leal

Essa apresentação foi sobre um projeto, desenvolvido por um grupo de amigos programadores, resultante através da união de Zend Framework 2 com Doctrine 2. O projeto conta com um gerador automático de códigos, isto é, um facilitador de programação básica, evitando o desperdício de tempo para realizar operações básicas (normalmente presentes em todos os projetos). O bacana é que o código gerado vem codificado e indentado (organizado) corretamente. E, além disso, fazendo as configurações corretas será possível: fazer análises do código/projeto desenvolvido posteriormente aos códigos gerados; e controlar as versões em andamento dos códigos, em forma de dados tabulados e alguns gráficos também.

 

LINKS PARA AS PALESTRAS ESPECÍFICAS NO ARTIGO:

Otimizando aplicações com Zend Framework

RESTFUL: WebService com FRAPI

Visualização de gráficos com php e Java Script

Automatic – Gerador para aplicações Zend Framework 2 e Doctrine 2

Vamos lá, a situação é a seguinte, você definiu seu nicho, adequou sua estratégia de link building, otimizou seu site, afinou sua escrita e, portanto, conseguiu atrair muitos leitores. O resultado é: seu blog ou site está todo bonitão.

Agora, você quer manter e ampliar essa audiência e, para isso, você sabe que precisa deixar sua página sempre atualizada com conteúdo novo e interessante, certo?

É justamente aí que reside o problema. Chega uma hora em que a criatividade parece se esgotar e já não é tão fácil pensar em assuntos ou temas que seriam pautas interessantes para seus leitores, não é mesmo?

Ler, ler, ler e reler. Essa é a chave para a solução.

Pronto: assuntos, temas e pautas definidas, chega o momento de escrever. Neste ponto, às vezes, é preciso recorrer a uma fonte externa para dar mais peso ao texto, um especialista em robótica, por exemplo. O que também pode ser um problema, já que não é fácil encontrar boas fontes. Quer dizer, não era. Agora existe o “Ajude um repórter”, que pode ser a solução e uma mão na roda para criar conteúdo relevante na web.

Vejamos como e quando ele pode ser útil para blogueiros, jornalistas e web writers de modo geral.

Ajude um repórter – Será que ajuda mesmo?

O que é

O “Ajude um Repórter” é uma rede social que pretende facilitar a aproximação de jornalistas e suas fontes, culminando, portanto, na criação de conteúdos mais relevantes. Grandes mídias já aderiram à novidade, como O Globo, Veja, SBT, Gazeta do Povo, O Estado de São Paulo, CBN, Band, Terra, Rede Globo e Agência Estado, por exemplo.

Embora o “repórter” figure no nome, a plataforma pode ser usada por produtores de conteúdo – incluído aí blogueiros, estudantes de jornalismo e jornalistas (com e sem diploma).

Outro termo importante para entender como funciona o site é o “ajude” que consta no nome. Na era dos relacionamentos, e baseado na força da “multidão”, o site foi criado graças à arrecadação via crowdsourcing. Essa palavra que, pode parecer estranha, já não é mais novidade na internet e, de maneira bem simplificada, pode ser entendida como: colaboração em massa. É o relacionamento dando as caras, novamente.

O idealizador do projeto é Gustavo Carneiro, relações públicas, que inspirado em iniciativas “gringas” começou com uma conta no Twitter para difundir sua ideia.

Como funciona

O site tem um funcionamento básico. Para o cadastro, como fonte, basta informar o e-mail. Já para os jornalistas, é necessário vincular uma das redes sociais, Twitter, Facebook ou Linked In.

A vinculação de uma das redes sociais pode parecer um incômodo para quem não quer “conectar” suas relações profissionais com as pessoais. Entretanto, ela é necessária para averiguar a idoneidade do jornalista. Além disso, as informações visíveis para as fontes são definidas pelo proprietário da conta. Mas será que isso importa, realmente? Existe uma maneira completa e absoluta para se definir o que separa – ou une – o profissional do pessoal?

Após o cadastro como jornalista, é possível enviar pedidos para fontes, delimitando o tema, a especialidade, a região e o prazo. O método é simples e é uma excelente maneira de encontrar especialistas e personagens para ilustrar posts, matérias ou mesmo pesquisas.

Sendo, portanto, talvez um dos meios mais fáceis de enriquecer o conteúdo. Isso porque um texto falando sobre a importância do sexo na terceira idade será mais contundente se houver a fala de um psicólogo ou especialista em geriatria, por exemplo, não é mesmo?

A “Revolução das Fontes e a produção de conteúdo”

A internet mudou o jornalismo e transformou a maneira como se (re)produz a informação. Manuel Carlos Chaparro cita o surgimento do fenômeno como “A Revolução das fontes”, que diz respeito à capacidade destas interferirem no processo jornalístico, produzir acontecimentos e, em suma, gerar conteúdos.

O que corrobora a opinião de Leandro Fortes que, durante I Encontro Mundial de Blogueiros, alertou para a importância do leitor, ou seja, das fontes, para a criação do conteúdo, destacando a não-passividade na recepção, já que quem lê também pode ser um criador – melhor seria dizer co-produtor. Assim, predomina a ideia de que qualquer pessoa pode criar conteúdo. E de fato pode, mas criar conteúdo relevante ou com um grau crítico mais apurado ainda é um desafio.

Aqui está a chave da questão: para um conteúdo relevante é imprescindível uma fonte adequada e confiável. É claro que, às vezes, a fonte não é tão acessível, aí reside a importância de um projeto, como o Ajude um Repórter, que facilita esse acesso.

Enfatizando a questão do relacionamento, o site é bastante proveitoso para as fontes, sobretudo para as empresas. É possível “entregar” o que o jornalista procura, gerando assim, de certa forma, publicidade grátis. Por exemplo, uma empresa especializada em Ecotoxicologia pode encontrar uma forma de ter seu trabalho conhecido graças a uma matéria em que se fale dos os riscos e efeitos provocados no ecossistema devido à presença de poluentes.

Assim, ajudando as partes “construtoras” envolvidas diretamente no processo, o ARPO é uma ferramenta extremamente útil para a criação de conteúdo com relevância, que, de acordo com o dicionário, significa também importância. Vale lembrar que as ferramentas e as tecnologias não são por si só más ou boas, elas são o uso que fazemos delas.

PS.: Isso não é tudo, pessoal. Realizamos um entrevista com o criador do “Ajude um repórter”. Confira aqui, neste mesmo canal, na sexta-feira, dia 09/12/2011.

© Agência Enlink

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